A Meta lançou dois modelos em 12 de outubro: Muse Wonder e o Muse Wonder Full, de nível superior. A diferença é menos uma questão de nome do que de acesso. No anúncio da Meta, Wonder é apresentado como a versão que desenvolvedores podem usar pela Meta Model API e no Muse Code, enquanto Wonder Full fica reservado aos níveis pagos do Muse Code.
Para o modelo disponível via API, a Meta lista uma janela de contexto de 1M tokens e preços baseados no uso. Já o Wonder Full está vinculado às assinaturas Power Usage e Maximum Usage do Muse Code, que a Meta precifica em $50 por mês e $200 por mês.
Isso torna o lançamento tanto uma decisão de empacotamento quanto de modelo. Equipes que criam agentes ou fluxos de programação podem integrar o Muse Wonder a sistemas existentes baseados em API, mas acessar o Wonder Full pode exigir transferir parte do trabalho para o ambiente de assinatura da própria Meta, em vez de tratá-lo como um endpoint de modelo padrão.
A Meta também afirma que o Wonder Full supera vários benchmarks de programação e agentes em avaliações de terceiros. Essas alegações de desempenho vêm dos materiais de lançamento da Meta, mas a conclusão prática para quem desenvolve é mais simples: o nível mais avançado não é oferecido pelo mesmo caminho de acesso do modelo base.
